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Para você, o que significa ser espiritualista? Sabemos que existe algo além da matéria, que o espírito transcende o corpo, e tudo mais, mas e daí? Como todo este conhecimento influencia sua vida?

Vivemos uma crise generalizada de valores. Em nosso cotidiano, somos o tempo todo “bombardeados” por ideias e sugestões que despertam cada vez mais o lado obscuro de nossa personalidade. Atitudes que deveriam ser comuns entre as pessoas, como o respeito, a caridade e a compaixão, dificilmente são vivenciadas.

A maior parte daquilo que chega até nós através da mídia, em vez de ser uma proposta de educação da alma, no sentido mais profundo do termo, é um verdadeiro convite ao despertar das paixões inferiores, responsáveis por tanta violência e sofrimento no mundo. E então... qual é o nosso papel diante deste quadro?

 

Proponho uma reflexão acerca de nossas atitudes como espiritualistas, com relação aos ideais que defendemos, à comunidade religiosa que convivemos e como vivenciamos tudo isso na sociedade como um todo.

Pra começar, devemos evitar todo tipo de excesso. Fanatismo religioso e arrogância intelectual são sinais de falta de espiritualidade. Muitos espiritualistas desfilam como enciclopédias ambulantes, citando nomes e mais nomes de filósofos e sábios, ou trechos e mais trechos de obras doutrinárias decoradas, com a mente abarrotada de informação e o coração vazio de amor. Vangloriam-se do conhecimento acumulado, mas não percebem a vaidade e ilusão em que estão vivendo. Defendem a supremacia de sua doutrina sem saber que podemos aprender com os ensinamentos de todas as religiões. Não sabem que a essência de todas elas é a mesma, o que muda é apenas a forma, os cultos, de acordo com a cultura dos povos. Em vez de compreenderem a profundidade daquilo que defendem, fazem de seu modo de entender a única verdade.

O espiritualista perante a sociedade

Muitos não têm noção de como os centros espíritas, igrejas, sinagogas, mesquitas, templos de umbanda, etc. são importantes, e nem imaginam a profundidade dos trabalhos espirituais que neles são realizados. São verdadeiros hospitais da alma, onde complexos dramas obsessivos e perturbações de toda ordem são sanados. A maioria dos frequentadores não percebe o que acontece nos “bastidores”, onde os espíritos que respondem pelos trabalhos socorristas da casa atuam de forma abnegada.

Imperfeitos, mas com boa vontade, nós precisamos vencer a timidez e o comodismo e nos unirmos acima dos rótulos religiosos, manifestando por meio de palavras, e sobretudo, pelo comportamento, os ideais em que acreditamos.

Precisamos reavaliar nossos valores e propormos, de forma sutil e sem violência, mas com confiança, uma reavaliação de valores àqueles que convivem conosco fora da nossa comunidade religiosa, interagindo de forma mais atuante na sociedade, formando opiniões e propondo reflexões, sem proselitismo. Podemos oferecer um conselho àquele que passa por uma provação; propor um livro ao que não sabe como ocupar a mente de forma saudável ou até mesmo convidar um colega a assistir a uma palestra em um centro espírita... buscar auxílio no templo de umbanda... ou meditar no templo zen budista. O que não podemos, é sermos indiferentes!

 

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